Director João Armando

QUEREMOS E CONSEGUIMOS!

QUEREMOS E CONSEGUIMOS!
Foto: D.R.

O diário da maioria das mulheres fala por si, pois quase nunca renega as suas responsabilidades, tão pouco abdica da sua opinião, afirmando-se, de forma humilde e sobranceira, nunca se esquecendo dos seus objectivos.

Se deixassem as mulheres transformar a sua influência na sociedade em poder, decerto estaríamos num cenário mundial bem menos complexo, pois, pela forma como sofrem, quer como responsáveis pela família, quer como trabalhadoras em todas as frentes, valorizam a paz e harmonia como forma de crescimento social, evitar-se-ia decerto a maioria dos conflitos.

Gloria Steinem, jornalista, considera que "nunca iremos resolver a feminização do poder, enquanto não resolvermos a masculinidade da riqueza".

Curiosa esta afirmação, querendo deixar claro que não me passei para o lado das mulheres, antes entendo que as diferenças, para além do aspecto físico, não existem, se percebermos a importância da "complementaridade das inteligências" e das sensibilidades.

Yuri Kochiyama, activista, considera que consciência é poder, educação e conhecimento, é tornar-se ciente.

É esta consciencialização pertinente e coerente que, não sendo usada abusivamente, antes de forma partilhada e em sintonia com os desafios da sociedade, seja ela feminina ou masculina, permite construir a confiança, a coesão e a aliança do mundo e das nações (Consciousness is power, Nov 1995). (...)


(Leia o artigo integral na edição 521 do Expansão, de quarta-feira, dia 26 de Abril de 2019, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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