AFGC reforça 'lobby' internacional contra "inacção" de Angola

AFGC reforça 'lobby' internacional contra "inacção" de Angola

Pressão sobre as autoridades dos EUA levou a que o Departamento do Tesouro revelasse que está a "acompanhar o caso de perto"

Perante a alegada inoperância das autoridades angolanas, a Africa Growth Corporation (AFGC) lançou no final de 2018 uma campanha de lobby cujos resultados estão a revelar-se não só na carta do congressista Chris Smith (ver artigo anterior), mas num conjunto de missivas de outros congressistas, dirigidas a João Lourenço, mas também ao Departamento do Tesouro, ao Banco Mundial, ao FMI e a agências de rating.

Aliás, um dos primeiros objectivos da campanha conduzida pela BGR Group, uma empresa de Washington especializada nesta área, foi precisamente o alerta ao FMI, numa tentativa de dificultar a atribuição a Angola do financiamento que acabou por ser acordado em Dezembro, e cuja segunda tranche prevista para o final de Março ainda não chegou ao País.

Esta campanha já custou pelo menos 70 mil USD à AFGC e o Expansão sabe que o trabalho da BGR inclui a promoção paga de artigos sobre o caso em redes sociais como o Facebook.

Na sequência deste lobby, também o presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Representantes, o republicano Edward Royce, noutra carta dirigida a João Lourenço, apelou à resolução urgente do processo, conforme a lei e as decisões dos tribunais.

(Leia o artigo integral na edição 523 do Expansão, de quarta-feira, dia 10 de Maio de 2019, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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