Director João Armando

Saúde.se!

Saúde.se!
Foto: D.R.

Pela pressão diária dos mercados e exigência dos negócios, qualquer gestor tem consciência dos seus níveis de stress, esquece-se, no entanto, na maioria dos casos, que esta mesma pressão lhe pode trazer sorte ou azar, dependendo do seu nível de saúde e capacidade para lidar com as situações.

Cada um de nós, no dia a dia, tem necessidade de suportar as pressões e conflitos, que resultam de uma interacção social, mais ou menos intensa, mediante a área de actividade, capacidade de absorção e interpretação dos factos e capacidade de controle emocional.
A esta pressão, chamamos stress, directamente relacionado com as cargas mentais resultantes dos níveis de interactividade e causada pelo desajustamento, entre a actividade, a visão e o posicionamento perante a vida.
Exigências excessivas, objectivos acima das capacidades, expectativas desajustadas dos outros sobre nós, precipitações, falta de paciência, entre outros, provocam em nós um desalinhamento psicológico e emocional, que precipita e potencia alterações em todo o sistema funcional orgânico.
O físico não casa com o psicológico, entram em confronto e a saúde é quem paga.
Segundo Chiavenato, "o stress decorrente de quaisquer circunstâncias que ameaçam ou são percebidas como ameaçadoras do bem-estar da pessoa, minam a capacidade de enfrentamento do indivíduo. A ameaça pode afectar a segurança física - imediata ou mediata, a reputação, a auto-estima, a tranquilidade ou aspectos que a pessoa valorize ou deseje manter."

(Leia o artigo na integra na edição 527 do Expansão, de sexta-feira 7 de Junho de 2019, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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