O sector do turismo em Angola precisa de uma dose de pragmatismo

O sector do turismo em Angola precisa de uma dose de pragmatismo

Luanda acolheu recentemente o Fórum Mundial do Turismo, ocasião uma vez mais aproveitada para se falar do potencial turístico de Angola. Apesar de se reconhecer o enorme potencial, várias foram as vozes que não deixaram de assinalar os desafios que ainda precisam ser ultrapassados.

Neste espaço vamos tratar de reflectir sobre o tema, tendo como pano de fundo a nossa visita de campo à Gâmbia e Cabo Verde que visou, entre outros aspectos, perceber as dinâmicas que o turismo tem gerado nestes dois países.

Quando falamos com colegas que, eventualmente, tenham visitado Angola o primeiro reparo está quase sempre ligado à solicitação do visto e o segundo aos custos da estadia. Felizmente o sistema online do SME veio dar uma ajuda. Todavia, como assinalou recentemente uma colega, ainda fica muito aquém do sistema, por exemplo, da Etiópia ou do Ruanda, com os quais estamos familiarizados. Quando o utente submete o seu pedido de visto para esses países recebe imediatamente uma reposta automática indicando que o pedido foi recebido e que está a ser analisado. Normalmente, recebe-se o visto em menos de 24 horas após a solicitação e não é preciso trazer os documentos submetidos!

A Gâmbia é um país pobre, com um PIB per capita, segundo o Banco Mundial, de 709 USD, muito abaixo de Angola e Cabo Verde. Na ausência de infraestruturas condignas em todo o seu território, a Gâmbia optou por criar pólos turísticos virados para o turismo de praia.

(Leia o artigo na integra na edição 528 do Expansão, de sexta-feira 14 de Junho de 2019, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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