QUERER É PODER

QUERER É PODER

Não basta dizer que se quer, é preciso dar um passo e pensar eu posso, logo seguindo de forma determinada para o eu consigo!

Muitos são os que desistem à primeira, poucos são aqueles que não desistem, têm consciência absoluta das suas capacidades de conquista, acreditam e, de forma persistente e saudável, atingem os seus objectivos.

Esta capacidade de luta cultiva-se de muito jovem, aprendendo com as dificuldades, ultrapassando barreiras, logo que começamos a gatinhar e, logo de seguida, nos tombos dos primeiros passos, o início de uma grande caminhada. Mas porque desistimos com frequência dos nossos objectivos, pomos as coisas mais difíceis em segundo plano, ou abandonamos a meio um projecto?

Ao longo da vida, fazemos uma caminhada de aprendizagem, através da qual nos apercebemos das nossas limitações, dos nossos defeitos, das nossas imperfeições.

Uns aprendem verdadeiramente, quer com os erros, quer com conselhos daqueles que sabem mais, ou pelo menos já viveram experiências semelhantes e as ultrapassaram, outros teimam em aprender sozinhos, numa teimosia doentia, num isolamento que revela falta de humildade. Coragem e determinação são sinais de maior maturidade, de quem não tem medo e, sem cobardia, enfrenta os fracassos (diria as falhas provisórias), da mesma forma que aceita os sucessos.

Desde sempre que se diz que querer é poder, uma grande verdade que está implícita na vontade e determinação de conseguir, de dar a cara e procurar soluções ao invés de apontar problemas ou mesmo piorar as situações.

Junta-se a estes pressupostos a esperança, uma crença emocional na possibilidade de resultados positivos relacionados com situações e circunstâncias da vida pessoal.

Não é por acaso que, com frequência, se ouve dizer que enquanto há vida há esperança. Juntando o querer com a esperança nasce a motivação, alimentada por ambos, um fogo espiritual que concilia o sentimento com a acção.

Percebemos, assim, que quer ao nível profissional, quer ao nível social e familiar, a vontade de conquista e realização, se faz no âmbito de relações equilibradas e consistentes, baseadas na procura de competência, ética e rigor, gerir e conservar talentos, reconhecer valores e transformar sonhos em realidades. (...)


(Leia o artigo integral na edição 537 do Expansão, de sexta-feira, dia 16 de Agosto de 2019, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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