PENSAR PENSANDO

PENSAR PENSANDO

A maioria das decisões em gestão, como na vida quotidiana, é tomada de forma primária e imediata, com base em sentimentos, num gostar ou não gostar, com pouca incidência no raciocínio lógico, de forma precipitada, seja pelas pressões, seja por influências fora de contexto.

Regra geral, a nossa intuição faz o melhor que pode, o resultado de experiências vividas e acumuladas, que desencadeiam decisões muitas vezes impulsivas e fora de contexto, traindo o nosso consciente, sob influência de um subconsciente desregulado pelas experiências negativas.

Quanto mais difíceis são as situações, mais facilmente a nossa intuição nos atraiçoa, dando resposta rápida, mas distante do original, da realidade, da solução útil e medida.

A intuição leva-nos, regra geral, a reacções e decisões rápidas e acuradas, respostas automáticas em função da experiência.

O cuidado está nas reacções emocionais, primárias, impulsivas, que não são o resultado da nossa capacidade de gerir as situações, antes resultam das pressões a que nos submetemos, aquando da decisão.

A vida dá-nos maturidade, o tempero necessário para sabermos "pensar pensando", não desperdiçando energias com aspectos secundários, supérfluos, geradores de desvios ao verdadeiro motivo das nossas dúvidas ou inquietações.

A maioria das decisões de gestão pede um pensamento rápido, consciente, baseado no conhecimento e na informação, em antecipação, no entanto dispensam a precipitação, a falta de bom senso, ou a desumanização, reflexo de imaturidade, de desconhecimento, na maioria dos casos, de actuação com base em regras pré-determinadas ou em ordens desconformes.

Quais são então os sinais a que devemos estar atentos, evitando decisões precipitadas? (...)

(Leia o artigo integral na edição 538 do Expansão, de sexta-feira, dia 23 de Agosto de 2019, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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