Números da Alemanha e dos EUA reforçam receios de recessão

Números da Alemanha e dos EUA reforçam receios de recessão

Dados sobre as exportações alemãs revelam novo recuo no segundo trimestre do ano, com menor valor dos últimos seis anos. Estes números e os relativos aos EUA acentuam expectativas de recessão global.

A noite de sexta-feira da semana passada ficou marcada pelo agudizar do conflito entre as duas maiores economias mundiais. Numa medida retaliatória, a China anunciou tarifas entre 5 e 10% sobre cerca de 75 mil milhões de USD de bens comprados nos EUA a partir de 1 de Setembro e 15 de Dezembro, ao que mereceu resposta, por parte do Governo norte-americano, com um agravamento das tarifas anunciadas anteriormente.

Com isto, o preço do Brent chegou a descer para 58,7 USD no início desta semana, antes de subir e estar novamente perto dos 60 USD. Os preços do crude beneficiaram das indicações, por parte dos dois países, de que as negociações iriam retomar em Setembro.

Além disso, a matéria-prima acentuou os ganhos com as notícias de queda de mais de 10 milhões de barris de petróleo nos inventários norte-americanos, na semana encerrada a 23 de Agosto. Tratou-se da segunda semana consecutiva de quedas e do valor mínimo das últimas 43 semanas.

Quanto a outras ocorrências da semana, e fazendo uma ronda pela Europa, observou-se a divulgação de dados que tiveram impactos nos mercados.

(Leia o artigo integral na edição 539 do Expansão, de sexta-feira, dia 30 de Agosto de 2019, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

*Banco Angolano de Investimentos

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