IMPOSTAR OU PRODUZIR

IMPOSTAR OU PRODUZIR

A dinamização da economia, não passa pela tributação desmedida, desprezando o crescimento, esquecendo a criação de emprego e riqueza produtiva, mais grave ainda, quando essa tributação não gera impacto directo na motivação para o investimento coerente e seguro.

As economias dinâmicas estimulam o crescimento económico, apoiando o investimento e reduzindo a carga fiscal, permitindo a consolidação e o crescimento das empresas, bem como a captação de projectos, associados ao aumento dos postos de trabalho e do consumo.

Quem produz questiona-se, como é natural, sobre a sua expansão, rentabilidade do negócio e diversificação de mercados, e, como é obvio, é influenciado directamente pela conjuntura política e suas iniciativas.

Dois cenários de expansão se colocam, diversificação produtiva, com expansão no mercado interno e resposta incisiva às grandes necessidades e especialização para o mercado externo, tarefa bem mais difícil, principalmente quando a experiência é reduzida ou nula.

Num cenário de crise, a motivação é baixa, mais ainda quando, por necessidade ou falta de visão estratégica, os governos aumentam impostos sem avaliar os seus efeitos e impacto na produtividade e estabilidade das empresas, pior ainda, quando esses impostos afectam o consumo.

Regra geral, quando este é o caminho e a pressão fiscal é desmedida fecham empresas, reduzem- se dinâmicas de produção e aumenta o desemprego.

Percebem, assim, porque dei ao artigo de hoje o título de "impostar ou produzir", claro porque considero que não é pela via do aumento dos impostos que se gera riqueza, mas sim, pela capacidade de os conciliar com o desenvolvimento efectivo e com a geração de riqueza.

Ao invés de "impostar" é importante ter a preocupação de incentivar o emprego pelo apoio directo às empresas, pelo financiamento acessível e pelo incentivo à diversificação dos mercados, mais concretamente, ao aumento da capacidade produtiva e resposta às necessidades internas, cruzando- a com a competitividade em relação ao mercado externo.

No mercado em geral e no nosso em particular, a maioria das empresas necessita de gerar competitividade, diferenciação e produtividade, criando condições tecnológicas e produtivas em volume para cobertura do mercado interno e acesso ao mercado externo.

O equilíbrio da balança comercial permite a um país gerar crescimento sustentado, diminuindo a dependência das importações e gerando, através das exportações, uma força propulsora geradora de divisas, emprego e rendimento.

A globalização e os avanços tecnológicos permitiram uma ligação efectiva e em tempo real entre todas as regiões do planeta, garantindo hoje em dia às empresas a execução de grandes negócios diários, nas zonas mais distantes e na maioria das vezes com carências distintas. (...)

(Leia o artigo integral na edição 539 do Expansão, de sexta-feira, dia 30 de Agosto de 2019, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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