'Guerra' das tarifas pressiona crude

'Guerra' das tarifas pressiona crude

A China e os EUA, as duas maiores economias mundiais, continuam as retaliações comerciais e o Brent chegou a descer para 58,7 USD no inicio desta semana, antes de subir e bater novamente nos 60 USD. Vêm ai mais negociações.

A noite de sexta-feira da semana passada ficou marcada pelo agudizar do conflito entre as duas maiores economias mundiais. Numa medida retaliatória, a China anunciou tarifas entre 5 e 10% sobre cerca de 75 mil milhões de USD de bens comprados nos EUA a partir de 1 de Setembro e 15 de Dezembro, ao que mereceu resposta, por parte do Governo norte-americano, com um agravamento das tarifas anunciadas anteriormente. Com isto, o preço do Brent chegou a descer para 58,7 USD no início desta semana, antes de subir e estar novamente a volta dos 60 USD.

Os preços do crude beneficiaram das indicações, por parte dos dois países, de que as negociações iriam retomar em Setembro. Além disso, a matéria-prima acentuou os ganhos com as notícias de queda de mais de 10 milhões de barris de petróleo nos inventários norte-americanos, na semana encerrada a 23 de Agosto. Tratou-se da segunda semana consecutiva de quedas e do valor mínimo das últimas 43 semanas.

Quanto a outras ocorrências da semana, e fazendo uma ronda pela Europa, observou-se a divulgação de dados que tiveram impactos nos mercados. Em Itália, chegou-se a acordo para a escolha do Primeiro- Ministro, pondo fim ao impasse político que existia para a formação de um novo Governo. (...)


(Leia o artigo integral na edição 540 do Expansão, de sexta-feira, dia 6 de Setembro de 2019, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

*Banco Angolano de Investimentos

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