Kristalina Georgieva sucede a Christine Lagarde no FMI

Kristalina Georgieva sucede a Christine Lagarde no FMI
Foto: D.R.

O economista Alves da Rocha, que assume a simpatia pelo trabalho de Christine Lagarde na direcção do FMI, não tem grandes expectativas em relação à nova secretária-geral do Fundo Monetário Internacional. E espera que Georgieva herde as preocupações sociais da sua antecessora.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) confirmou na quarta-feira, dia 25, o nome de Kristalina Georgieva como directora-geral da instituição, depois de uma alteração nos estatutos para contornar o limite de idade e tornar válida a única candidatura em cima da mesa, para suceder a Christine Lagarde, que no dia 1 de Novembro assume a presidência do Banco Central Europeu (BCE).
A economista búlgara, que deixa de exercer funções como directora executiva do Banco Mundial, cargo que assumiu em Janeiro de 2017, é a segunda mulher a ser nomeada directora-geral do FMI e chega ao topo do Fundo, após várias rondas de votações, que deixaram para trás candidatos, como o actual ministro das Finanças português, Mário Centeno, e o ex-presidente do Eurogrupo, o holandês Jeroen Dijselbloem.
Georgieva, que completou no dia 13 de Agosto 66 anos, ultrapassando o limite de idade de 65 anos definido pelos estatutos da instituição financeira sediada em Nova Iorque, assume a direcção do FMI num cenário de "grandes desafios", como a própria refere numa declaração divulgada no dia da confirmação do seu nome.
"Assumo as minhas novas funções consciente dos grandes desafios que tenho. O crescimento económico mundial continua a decepcionar, as tensões comerciais persistem e o peso da dívida é maior em muitos países", afirmou, salientando que o "papel do Fundo nunca foi tão importante".

(Leia o artigo na integra na edição 543 do Expansão, de sexta-feira 27 de Setembro de 2019, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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