Corrupção mantém dólar fora do sistema de pagamentos da SADC

Corrupção mantém dólar fora do sistema de pagamentos da SADC
Foto: D.R.

O sistema de pagamentos electrónico da SADC, semelhante ao Visa e Mastercard, começou a funcionar em 14 dos 16 países da SADC, há um ano, depois de uma experiência piloto com 4 países, mas continua a fazer apenas transacções em rands. Corrupção e branqueamento de capitais "afastam" o dólar do cesto de moedas válidas.

Um ano depois da sua entrada em funcionamento, o Sistema Integrado de Liquidação Electrónica Regional (SIRESS ou RTGS, na sigla em inglês) da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) enfrenta dificuldades para incluir o dólar no lote de moedas de pagamento e mantém a pressão para que os bancos centrais dos 16 Estados-membros adiram ao sistema.
A moeda de referência para as transacções electrónicas na região, no âmbito deste sistema criado em 2013, continua a ser o rand sul-africano e o banco central daquele país é a unidade intermediária, goradas as tentativas junto da Reserva Federal para a inclusão do dólar americano no cesto de moedas a usar.
Uma aspiração que não é fácil de concretizar, tendo em conta os receios da Reserva Federal, que aponta a "corrupção e o branqueamento de capitais" como entraves para a inclusão do dólar no sistema de pagamentos regional, designado SIRESS e que funciona com 82 bancos participantes de 14 países dos 16 Estados-membros da SADC. Isto torna urgente a necessidade de harmonização da legislação e dos sistemas financeiros da região aos parâmetros internacionais, como sublinhou Nomwelase Skenjana, chefe de divisão de operações de liquidação doméstica e regional do SADC-RTGS.

(Leia o artigo na integra na edição 543 do Expansão, de sexta-feira 27 de Setembro de 2019, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)


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