Naturalmente inteligente

Naturalmente inteligente
Foto: D.R.

É urgente pensar mais e melhor, evitando desperdícios de tempo e gastos de energia, que dão espaço à substituição do homem por uma "inteligência artificial", que já o persegue em cada momento da vida.

Em cada dia, em cada momento, utilizamos sistemas, que pretendemos nos facilitem a vida, no entanto, esses mesmos sistemas procuram cada vez mais conhecer os nossos hábitos e imitá-los, garantindo desta forma a sua justificação e afirmação futura.
Falo dos mecanismos de inteligência artificial, que evoluem tanto mais quanto mais o homem se "desprende de si", disponibilizando-se por conforto ou preguiça, expondo-se e dando toda a informação que tem, deixando que o seu ADN seja totalmente descodificado.
Nesta tentativa de suplantação do homem, a inteligência artificial é um ramo da ciência da computação, que se propõe desenvolver dispositivos que simulem a capacidade humana de raciocinar, perceber, tomar decisões e resolver problemas, ser inteligente.
Muitos dos filmes de ficção dos dias de hoje mostram como a humanidade pode ser subjugada por máquinas que conseguem pensar como o ser humano e ser mais frias e indiferentes à vida do que seus semelhantes de carne e osso.
A adrenalina gerada por estas exibições projecta-nos num futuro feito de dinamismo, competição, poder, ou até mesmo facilitismo, percebendo quando acordamos que essa realidade, sendo virtual, é fria, desumana e destituída de razão ética.

(Leia o artigo na integra na edição 544 do Expansão, de sexta-feira 04 de Outubro de 2019, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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