Incerteza continua a pressionar crude

Incerteza continua a pressionar crude

O brent está a ser pressionado há um ano pela "guerra comercial" entre as duas principais economias do mundo, a China e os EUA. Descidas favorecem economia norte-americana, que precisa de combustíveis mais baratos.

Após o episódio da semana passada que agravou a "guerra comercial" entre os norte-americanos e os 28 países da Zona Euro, o cenário económico internacional voltou a ser marcado, esta semana, por incertezas nas relações comerciais entre economias desenvolvidas.

A volatilidade tomou conta do mercado petrolífero e influenciou a trajectória dos preços do barril. O Brent, transaccionado no mercado de Londres, subiu ligeiramente e situou-se nos 58,32 USD por barril na quarta-feira, após ter oscilado entre perdas e ganhos ligeiros ao longo dos últimos sete dias.

A atenuar os ganhos no preço do petróleo estiveram as reservas petrolíferas norte-americanas, que tiveram a sua terceira subida consecutiva, ao terem atingido 426 milhões de barris na semana encerrada a 04 de Outubro, ficando acima dos 423 milhões de barris da semana anterior.

Os preços da matéria-prima têm evoluído de forma incerta, reagindo a diferentes factores com impacto nos mercados. Nesta semana, o crude voltou a ser, negativamente, afectado pelo facto do, tão esperado, acordo comercial entre os EUA e a China não ter dado passos significativos. As equipas dos dois países iniciaram a nova ronda de negociações nesta semana, esperando que se alcancem consensos entre as partes, num conflito que já dura mais de um ano.

*Banco Angolano de Investimentos

(Leia o artigo integral na edição 545 do Expansão, de sexta-feira, dia 11 de Outubro de 2019, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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