Navegar num ambiente de cibersegurança

Navegar num ambiente de cibersegurança

Ao entender quais são as ameaças reais à medida que exploram oportunidades de negócio, as organizações poderão ser mais bem-sucedidas na protecção dos dados e da informação, cumprir com a regulação ao nível da privacidade de dados, bem como melhorar a experiência do cliente com novas tecnologias e metodologias mais sofisticadas.

O contínuo desenvolvimento da economia angolana e a gestão activa da confiança e fidelização do cliente num ambiente de constante e acelerada disrupção tecnológica implicam novos desafios, mas também novas oportunidades de negócio. A confiança tornou-se fundamental na experiência do cliente e as organizações estão igualmente a demonstrar esse compromisso ao nível das suas iniciativas de cibersegurança.

A crescente sofisticação e volume de ameaças e ataques de cibersegurança, rápidas alterações tecnológicas, contínuo movimento para serviços automatizados e cloud-based, e regulação mais rigorosa ao nível da privacidade de dados são apenas alguns dos factores que impulsionam as organizações a aumentar o seu foco na cibersegurança e na protecção da informação. É extremamente relevante que as organizações se mantenham informadas sobre as ameaças emergentes nestas matérias e sobre quais os caminhos críticos para as mitigar.

De acordo com um relatório recente desenvolvido pela KPMG, podemos identificar seis áreas-chave que devem estar na agenda das organizações angolanas no que respeita ao risco de cibersegurança e à sua envolvente, nomeadamente:

1. Endereçar e desenvolver competências específicas ao nível da cibersegurança Os recursos escassos com competências em cibersegurança e os orçamentos mais comprimidos para endereçar tantas temáticas demonstram a importância da automatização de actividades e processos. As organizações devem considerar, por exemplo, uma maior automatização sobre processos repetitivos relacionados com a recolha e análise de dados associados a actividades de intrusão.

Este caminho irá permitir priorizar onde os profissionais de cibersegurança devem desenvolver a sua actividade e esforço. As organizações devem igualmente desenvolver programas de formação adequados em cibersegurança, desde a entrada dos seus colaboradores, promovendo desde cedo a próxima geração de profissionais de cibersegurança.

*Partner da KPMG

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