Queda das reservas dos EUA 'anima' crude

Queda das reservas dos EUA 'anima' crude

Mercado reagiu em alta à possibilidade de a OPEP avançar com novos cortes na produção e também à queda inesperada de 1,7 milhões de barris nas reservas norte-americanas, depois de uma subida na semana anterior.

O petróleo Brent, negociado em Londres, valorizou mais de 3,5% nesta semana e fechou a sessão de quarta-feira nos 61,17 USD por barril. A beneficiar a matéria-prima, esteve a queda, inesperada, das reservas dos EUA. Segun do a US Energy Administration Information, os inventários petrolíferos tiveram uma queda de 1,7 milhões de barris na semana encerrada a 18 de Outubro.

A valorização do crude também teve por base o optimismo dos investidores, que aumentou após a divulgação de notícias de que a OPEP e os seus aliados estarão a considerar um maior nível de cortes na oferta proveniente do grupo. De referir que, o cartel deverá realizar a sua próxima reunião nos dias 5 e 6 de Dezembro, para encetar medidas que visam contrapor os baixos preços do barril.

Ainda do lado da oferta, o banco de investimento Goldman Sachs actualizou, nesta semana, as suas projecções para a evolução do mercado petrolífero, tendo reduzido a previsão de crescimento da produção do xisto dos EUA, que passará de 1,1 milhões de barris este ano para 700 mil barris em 2020.

Esta quantidade esperada representa um corte de 300 mil barris face à previsão anterior. Por outro lado, o banco norte-americano também cortou o crescimento da procura global no próximo ano, passando de 1,4 milhões de barris para 1,3 milhões de barris de petróleo. (...)


(Leia o artigo integral na edição 547 do Expansão, de sexta-feira, dia 25 de Outubro de 2019, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

*Banco Angolano de Investimentos

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