África: "Obrigado Web Summit"

África: "Obrigado Web Summit"

A participação de startups do continente africano, incluindo de Angola, é o abrir de uma porta que não mais vai fechar. É a certeza que a Europa e o Mundo estão a olhar para África como uma região de elevado potencial, não só em ideias, como em talento. Cabe agora a Angola e a outros países africanos organizar ou promover a organização de eventos semelhantes.

Já vem sendo habitual nesta altura do ano escrever sobre o Web Summit, o maior evento europeu de tecnologia, que tem a sua edição número quatro na cidade de Lisboa, após ter saído de Dublin. Este ano, mais que nunca, teve um significado especial para o continente africano, com o estabelecimento de condições especiais para a participação de startups desse mesmo continente.

Esta acção da organização deste evento é o abrir de uma porta que não mais vai fechar. É a certeza que a Europa e o Mundo estão a olhar para África como uma região de elevado potencial, não só em ideias, mas como em talento. A verdade é que África tem necessidades urgentes que ao longo dos anos não têm tido resposta por parte das grandes corporações, pelo que é relevante o aparecimento de startups inovadoras, de pessoas talentosas e que procuram respostas a problemas que façam a diferença nas suas vilas, cidades e países.

Com a Europa a ter conhecimento desta realidade recente, os olhos de potenciais investidores estão certamente mais atentos a estas startups e a possibilidade destas mesmas poderem levantar investimento é algo que está muito perto de ser possível, havendo já alguns bons exemplos, como é o caso da angolana Appy Saúde, que reúne dados fundamentais sobre todo o tipo de unidades relacionadas com a saúde, desde hospitais, clínicas e até mesmo farmácias.

No entanto, há outra empresa angolana presente no Web Summit que já há uns anos tem vindo a demonstrar ser de uma grande mais valia para o sector do emprego. A Jobartis é uma plataforma digital que serve os interesses de pessoas e empresas, sendo que a mesma foi já "responsável" pela colocação de milhares de cidadãos angolanos no mercado profissional. (...)


(Leia o artigo integral na edição 549 do Expansão, de sexta-feira, dia 8 de Novembro de 2019, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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