Trump moderado tira pressão ao crude

Trump moderado tira pressão ao crude
Foto: D.R.

Preços do petróleo reverteram a tendência e acabam semana em queda, o que representa uma correcção à apreciação, considerada como excessiva, que ocorreu desde o início da tensão entre EUA e Irão.

A última semana foi marcada pela tensão entre os EUA e o Irão que influenciou no comportamento dos principais mercados financeiros. Em particular, depois de os EUA terem abatido um alto comandante iraniano, o preço do petróleo seguiu em alta, decorrente dos receios de uma perturbação das exportações iranianas pelo Estreito de Ormuz e de uma retaliação do Irão aos ataques norte-americanos.
Na segunda-feira, o preço do barril do Brent chegou mesmo a atingir os 70,74 USD, o que significava um máximo de quase quatro meses. Após esse pico, os preços do petróleo reverteram a tendência e, nesta quinta feira, tinham um balanço semanal de uma queda de 4,97% para o Brent e de 5,69% para o WTI. Este movimento foi uma correcção à apreciação, considerada como excessiva, que ocorreu desde o início da referida tensão. Ora, os receios de uma retaliação do Irão aos EUA vieram mesmo a materializar-se na passada terça-feira. Contudo, o facto de não ter existido vítimas nesse ataque, e após o discurso do presidente dos EUA a indicar uma reversão na escalada deste conflito, estimulou os mercados financeiros e retirou alento à subida do preço do petróleo.

*Banco Angolano de Investimentos

(Leia o artigo integral na edição 556 do Expansão, de sexta-feira, dia 10 de Janeiro de 2020, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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