Fizeste asneira!?

Fizeste asneira!?
Foto: DR

Falhar, dentro das empresas mais exigentes e competitivas é muito bem visto. O quê?! Sim! Nas empresas competitivas, compreende-se que quem nunca falhou é porque nunca tentou inovar na sua metodologia de trabalho e mantém-se refém de processos mecanicistas fruto de criações de outrem, ou seja, é um imitador.

É intimidatório perceber que se falhou em alguma actividade laboral, principalmente nos primeiros meses de trabalho, em que o objectivo do colaborador é mostrar as suas valências e o objectivo da chefia é criar desafios de forma a perceber que tipo de colaborador recebeu.

O erro num ambiente corporativo é uma consequência natural, pois é inerente à condição humana, por outro lado também é um estimulante para a ascensão de objectivos maiores, sendo bem-vindos quando servem para a aprendizagem, pois o sucesso vem após fracassos cometidos com a motivação de acertar. De qualquer forma, é de referir que um bom desempenho da carreira pode depender da atitude que se assume após o erro cometido.

Falhar, dentro das empresas mais exigentes e competitivas é muito bem visto. O quê?! Sim! Nas empresas competitivas, compreende-se que quem nunca falhou é porque nunca tentou inovar na sua metodologia de trabalho e mantém-se refém de processos mecanicistas fruto de criações de outrem, ou seja, é um imitador.

E as empresas modernas pretendem que cada colaborador recrutado inove, acresça, diferencie o que já havia encontrado até mesmo na forma de errar para que cada falha seja motivo de crescimento. Daí que o processo de selecção de colaboradores deve primar pela responsabilidade de escolher o Capital Humano e não apenas funcionários, cujos erros não serão fatais à empresa, mas, sim, tentativas de desenvolvimento laboral, na plena certeza de que se colocou as pessoas certas nos locais certos. Isto porque, para falhar, também é preciso ter tacto.

Estas empresas não buscam perfeição, buscam dedicação! Falhou? Tente de novo. Falhou? Tente mais. Continua a falhar? Tenta! Contudo, essas tentativas devem ser feitas rapidamente. Tentar com maior rapidez possível. É claro, que o Capital Humano que falha não deve fazer propositadamente, mas não se pune por esse erro, antes pelo contrário, aprende o mais rápido que puder para dali atingir outros patamares. (...)


(Leia o artigo integral na edição 560 do Expansão, de sexta-feira, dia 7 de Fevereiro de 2020, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

*Gestora de Recursos Humanos e professora universitária

Partilhar no Facebook

Comentários

Destaques

ios Play Store Windows Store
 
×

Pesquise no i