UE quer parceria com África centrada no desenvolvimento humano e na sustentabilidade

UE quer parceria com África centrada no desenvolvimento humano e na sustentabilidade
Foto: DR

Apoios à transição verde das economias e à transformação digital do continente estão entre as áreas de cooperação nas quais a União Europeia espera intensificar as acções nos próximos anos.

A União Europeia quer reforçar a cooperação com África em torno de cinco áreas que vão desde a transição para a economia verde e o acesso à energia, à transformação digital bem como ao crescimento sustentável e emprego. A nova estratégia, que inclui ainda os temas da Paz e governação, assim como da migração e da mobilidade, será apresentada aos líderes africanos na VI Cimeira entre a União Africana e a EU, agendada para Outubro.

O documento, que aponta 10 pontos de acção como base para acções futuras, foi apresentado preliminarmente esta semana por Josep Borrell, vice-presidente da Comissão Europeia, responsável por "Uma Europa mais Forte no Mundo" e Alto Representante para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança, e pela comissária Jutta Urpilainen, responsável pelas Parcerias Internacionais.

A ideia, explica a Comissão Europeia, é discutir as propostas com os países parceiros africanos no sentido de ser encontrada "uma nova estratégia conjunta" a ser endossada na próxima Cimeira, que terá lugar em Bruxelas. "A África é o parceiro natural e o vizinho da União Europeia. Juntos, podemos construir um futuro mais próspero, mais pacífico e mais sustentável para todos", justificou a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen.

Entre as acções propostas, estão parcerias que "maximizem os benefícios da transição verde e minimizem as ameaças ao meio ambiente, em total conformidade com o Acordo de Paris", e que "impulsionem a transformação digital do continente".

Nesta matéria, a UE pretende, também, "aumentar substancialmente os investimentos ambientais, sociais e financeiros sustentáveis e resilientes aos impactos das mudanças climáticas" e "promover oportunidades de investimento, ampliando o uso de mecanismos inovadores de financiamento e impulsionando a integração económica regional e continental, particularmente através do Acordo de Comércio Livre Continental Africano." (...)


(Leia o artigo integral na edição 565 do Expansão, de sexta-feira, dia 13 de Março de 2020, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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