Das "borlas" para ficar em casa aos rastreios e subidas de preços

Das "borlas" para ficar em casa aos rastreios e subidas de preços
Foto: César Magalhães

A pandemia de Covid-19 obrigou as empresas a terem planos de prevenção e forçou o teletrabalho. O MTTI e os operadores de telecomunicações criaram um plano de contingência sectorial para manter os consumidores ligados. E startups intensificaram a oferta de serviços e produtos entregues em casa.

Pacotes gratuitos de telecomunicações, rastreios assegurados a todos os funcionários e suspensão de aumentos dos preços são algumas das medidas adoptadas por empresas e organismos, para ajudar os angolanos a enfrentar a crise provocada pela pandemia da Covid-19.

Na área das telecomunicações, numa acção concertada entre o Ministério das Telecomunicações e Tecnologias de Informação (MTTI) e os operadores do sector, os angolanos vão passar a beneficiar de um pacote especial, durante um mês, a partir de sexta-feira, dia 27, que assegura o acesso grátis aos canais públicos de televisão.

Com este plano gratuito, que resulta da implementação do Plano de Contingência Sectorial, os clientes passam a usufruir de forma ininterrupta dos canais de televisão pública, TPA1 e 2, a partir das plataformas ZAP e Multichoice, mesmo que termine a subscrição paga.

Serão disponibilizados ainda outros serviços, como 45 minutos de ligações de voz móvel e envio de 30 mensagens, e serviço de voz dentro da rede fixa da Angola Telecom, TV Cabo e MSTelcom, e mais 200 mega bytes para dados de internet.

Estão isentos de qualquer tarifa as ligações para os números de emergência:111, 112, 113, 116,119,145,146), para o INADEC, hospitais e centros de saúde seleccionados. O acesso aos Serviços Públicos Electrónicos (SEPE), ao portal do Ministério da Saúde e aos Portais do Governo é, de igual modo, grátis.

A medida, segundo o comunicado do MTTI, surge no âmbito do Decreto Legislativo Presidencial Provisório, n.º 1/20 de, 18 de Março, e após articulação com os operadores e prestadores de serviços públicos e privados do sector, para garantir a prestação dos serviços mínimos de voz, mensagens, internet, serviços postais e meteorologia, aos cidadãos e às entidades públicas e privadas. (...)


(Leia o artigo integral na edição 567 do Expansão, de sexta-feira, dia 27 de Março de 2020, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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