Crude cada vez mais em baixo

Crude cada vez mais em baixo

No mercado de Londres, onde se comercializa o crude que serve de referência para o nosso País, a cotação da matéria-prima perdeu, em média, cerca de 7,7% nos últimos 7 dias, acumulando uma queda de 62% desde o início do ano.

O conjunto de estímulos aprovados até ao momento por vários governos contra a pandemia Covid-19, tem-se revelado insuficiente para impedir a contínua queda do preço do petróleo no mercado petrolífero, registando assim o pior trimestre desde que há registos.

No mercado de Londres, onde se comercializa o crude que serve de referência para o nosso País, a cotação da matéria-prima perdeu, em média, cerca de 7,7% nos últimos 7 dias para rondar os 25 USD por barril, acumulando assim uma queda de 62% desde o início do ano.

Além da pressão advinda da forte queda da procura devido à Covid-19, também contribuiu para o acentuar dos preços, o facto de a Arábia Saudita ter reiterado, esta semana, que iria aumentar as suas exportações, em Maio, para 10,6 milhões de barris por dia. Embora isto represente um recuo face à primeira data avançada, que seria a 1 de Abril, o anúncio reforçou a expectativa de aumento da oferta no mercado, tendo, após isto, o Brent descido para abaixo de 22 USD por barril.

Nesta semana continuou-se a divulgar os índices de produção industrial de Março em algumas importantes economias do mundo. Os números têm estado a revelar um cenário de queda na actividade económica global. Entretanto, na China, o PMI (Purchasing Managers" Index), um índice que mede o pulso à actividade económica do País, teve um grande aumento, distanciando-se do mínimo histórico atingido no mês anterior. (...)

(Leia o artigo integral na edição 568 do Expansão, de sexta-feira, dia 3 de Abril de 2020, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

*Banco Angolano de Investimentos

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