Na "nova realidade" como se pretende posicionar?

Na "nova realidade" como se pretende posicionar?

Como vai ser a sua forma de interagir, colaborar, trabalhar, dar prioridade ao que é importante? Neste entretanto, deixou-se levar pelo medo? Sabe que o medo impede-nos de viver o presente, é como se nos atirasse para o passado ou para um futuro, em qualquer dos casos não podemos agir em nenhuma dessas realidades, uma porque já passou e outra porque não controla o que vai acontecer.

Sim, como gostaria de se posicionar face a esta "nova realidade", ou seja, assim que esta pandemia terminar e puder, de alguma forma, regressar a um quotidiano, que inicialmente não será certamente aquele a que estava habituado.

Ninguém fica indiferente ao impacto que esta pandemia está a provocar no mundo. Desde a redução e/ou fecho de empresas, extinção de postos de trabalho, aumento da pobreza, exposição dos profissionais de saúde e pessoal em funções de atendimento, teletrabalho, telescola, adaptação. Tudo para que possa combater um inimigo comum: o novo coronavírus.

E na sua vida? Qual o impacto? De que forma está a lidar com o eventual turbilhão de emoções e sentimentos que brotam à flor da pele: medo, incompreensão, raiva, apatia, frustração, desespero. E até felicidade.

Felicidade? Sim, por exemplo, caso tenha filhos, quantas gargalhadas e tempo de qualidade está a ter e que antes não conseguia? Também há as birras, mas até essas aprendemos a gerir e a respeitar mutuamente os espaços de cada um, mesmo que lhe pareça impossível aquilo que estou a escrever... mas não é, porque, no final, é tão bom que sabe estar mais tempo com eles.

E caso não se identifique no exemplo acima, há sempre outra actividade que passou a fazer e que antes não fazia porque não tinha tempo, nem que seja arrumar aquele canto na sala, aquela estante, organizar as fotografias (digitais ou as de papel), planear algo que necessitava e há muito estava pendente. Ou, simplesmente, ver mais televisão (e que seja de qualidade).

Por outro lado, talvez tenha tido a oportunidade de aperfeiçoar as suas competências. Desde que tenha conseguido gerir o "bombardeamento" de informação digital que recebemos num curto espaço de tempo e com tanta informação gratuita. Também é verdade, que nesta "nova realidade" as redes sociais tornaram-se os aliados para combater o afastamento, a solidão.

Permita-se a identificar, de facto, o que é importante, relevante para si e para o seu crescimento. (...)


(Leia o artigo integral na edição 571 do Expansão, de sexta-feira, dia 24 de Abril de 2020, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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