Inflação acelera pressionada com aumentos dos preços da alimentação e bebidas

Inflação acelera pressionada com aumentos dos preços da alimentação e bebidas

Os dados do Instituto Nacional de Estatísticas (INE) indicam que os angolanos gastaram mais dinheiro em bens alimentares, bebidas não alcoólicas e serviços de saúde, o que fez disparar os preços a nível nacional.

O ritmo do custo de vida no consumidor nacional voltou a acelerar 2,05%, durante o período de Março a Abril de 2020, pressionado pelo aumento dos preços na alimentação e bebidas não alcoólicas, indicam os dados do Índice de Preços no Consumidor Nacional (IPCN) mensal do Instituto Nacional de Estatísticas (INE), divulgado esta semana.

O índice registado, durante o período em análise, foi o segundo mais alto desde o início do ano, com a taxa de inflação do mês de Abril a ter o mesmo valor registado em Janeiro deste ano.

Já a taxa de inflação homóloga, que compara os preços do mês de um determinado ano com o mesmo do ano anterior, fixou-se nos 20,8%, registando um acréscimo de 3,4 pontos percentuais (pp) em relação à observada em igual período do ano anterior.

Os dados do INE indicam que é preciso recuar a Março de 2018 para encontrar uma inflação homóloga tão elevada. Segundo o INE, a culpa é do aumento dos preços da classe da alimentação e bebidas alcoólicas e não alcoólicas, hotéis e saúde.

Os cálculos do Expansão indicam que a inflação homóloga está há seis meses consecutivos a acelerar. Uma evolução dos preços que aponta que qualquer que seja a métrica a utilizar para avaliar a evolução do custo de vida em Angola, todas indicam para aumentos significativos no mês de Abril. (...)

(Leia o artigo integral na edição 574 do Expansão, de sexta-feira, dia 15 de Maio de 2020, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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