Armazenistas e Castel divergem no preço da cerveja

Armazenistas e Castel divergem no preço da cerveja
Foto: D.R.

A decisão do Grupo Castel de baixar o preço das suas cervejas está a ser contestada por armazenistas que querem compensação pelas perdas.

A redução do preço das cervejas produzidas pelo Grupo Castel que parecia ser uma boa notícia para os consumidores deste produto, mas está a provocar o descontentamento de revendedores que acusam a empresa de os obrigar a vender abaixo do custo de compra.

O Grupo proprietário das marcas Cuca, Nocal, Eka e outras, recomendou na semana passada, aos seus clientes armazenistas, que as bebidas de 25 e 33 cl passassem a ver vendidas a 150Kz, uma redução de 25% face ao preço praticado anteriormente.

A medida, considerada temporária, é justificada pela necessidade de se incrementarem as vendas e recuperar o volume, prevendo a compensação de stocks para as compras efectuadas nos dia 30 de Abril e 2 de Maio. Ou seja, os armazenistas com stocks adquiridos antes desta data também devem comercializar o seu produto com o novo preço.

E é aqui onde começa a "colisão", porque no entender dos armazenistas a compensação deveria ser feita sobre toda a cerveja armazenada e não apenas sobre a comprada no período indicado.

"Para se vender toda a cerveja a 150 Kz temos que ser compensados na totalidade. Muitos armazenistas têm bebidas compradas antes deste período e se vendermos ao preço novo, como nos estão a impor, praticaremos um preço mais barato em relação ao que comprámos na fábrica e teremos perdas", disse um dos revendedores. (...)

(Leia o artigo integral na edição 574 do Expansão, de sexta-feira, dia 15 de Maio de 2020, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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