Preço do crude sobe 17% esta semana

Preço do crude sobe 17% esta semana

Mercados reagiram em alta à reabertura das economias, o que provocou a subida do consumo e da procura desta matéria-prima. Contribuiu ainda o facto de o acordo da OPEP e dos aliados parecer estar a ser cumprido.

Na generalidade, os mercados iniciaram a semana a valorizar, com destaque para o segmento petrolífero que beneficiou, essencialmente, dos sinais de retoma do consumo da matéria-prima e das indicações de que o acordo da OPEP e seus aliados está, de facto, a efectivar-se.

O Brent, que é transaccionado em Londres, teve um ganho semanal de 17,1% tendo encerrado a sessão de terça-feira nos 34,65 USD, depois de ter chegado a estar acima de 35 USD. Por seu lado, o WTI, em Nova Iorque, teve uma subida superior a 24%, e fechou a cotar nos 32,50 USD. A maior valorização do crude de Nova Iorque diminuiu o spread entre as duas referências para apenas 2 USD, o que compara com o diferencial de 9 USD verificado a 21 de Abril, um dia após o evento que levou o WTI a negociar em terreno negativo.

Os preços do crude estiveram também a valorizar devido ao facto de o American Petroleum Institute ter reportado uma queda de 4,8 milhões de barris nas reservas petrolíferas norte-americanas. Este dado contrariou a previsão do mercado de um aumento de cerca de 2,4 milhões de barris, o que melhorou as expectativas quanto à normalização da procura de petróleo. (...)


(Leia o artigo integral na edição 575 do Expansão, de sexta-feira, dia 22 de Maio de 2020, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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