Crude bateu máximos de seis meses

Crude bateu máximos de seis meses

Preços beneficiaram da reafirmação do compromisso dos membros da OPEP e aliados garantirem mais um mês de cortes de produção para estabilizar os preços. Mas as reservas dos EUA puseram em causa recuperação.

Apesar de terem sido publicados vários indicadores económicos negativos, os últimos 7 dias foram de algum ganho para os mercados. O segmento petrolífero evidenciou ganhos acima de 2%, com destaque para o Brent, a referência para Angola, que chegou a estar acima de 42 USD por barril, máximos de 6 de Março.
Na semana transacta, havia inúmeras dúvidas sobre se a OPEP e os aliados conseguiriam um acordo para extensão do nível de cortes previsto inicialmente para Maio e Junho. Como entrave, estava sobretudo o baixo nível de execução do acordo por parte de alguns países. Entretanto, a reafirmação do compromisso com o acordo, pelos referidos países, permitiu que se chegasse a acordo, o que beneficiou os preços da commodity.
Contudo, o aumento das reservas norte-americanas esteve a contrabalançar as subidas do preço do barril. Segundo o American Petroleum Institute, os stocks cresceram 8,4 milhões de barris por dia na semana encerrada a 5 de Junho, o que contrariou as previsões do mercado, que apontavam para a continuidade das quedas observadas nas semanas anteriores.

*Banco Angolano de Investimentos

(Leia o artigo integral na edição 578 do Expansão, de sexta-feira, dia 12 de Junho de 2020, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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