Mais dúvidas que certezas na retoma dos voos internacionais

Mais dúvidas que certezas na retoma dos voos internacionais
Foto: D.R.

Apesar de o Decreto Executivo Conjunto n.º180/20 definir o início das viagens internacionais no dia 30 de Junho, e de ter sido anunciado que os passageiros que estão à espera para regressar ao País podiam remarcar as suas viagens para uma data a partir de 2 de Julho, não existe ainda uma data para a retoma.

A TAAG tinha anunciado uma conferência de imprensa para esta quinta-feira onde iria anunciar a retoma das ligações aéreas internacionais, previsto no decreto n.º180/20, mas acabou por adiar para a próxima terça-feira porque ainda há várias questões para resolver.

Desde as mais práticas: quantos lugares por cada avião serão disponibilizados e quantas frequências semanais para os destinos que têm mais passageiros à espera de regresso (Portugal, África do Sul e Brasil). Até às mais complexas: como será o funcionamento prático de embarque e recepção no aeroporto 4 de Fevereiro, ou como se vai gerir o encaminhamento para os locais de quarentena institucional quando estes atingirem a lotação máxima.

Comecemos pelo princípio. Há que definir com quantos passageiros vai viajar cada aeronave. Tem havido uma evolução na forma de abordagem da lotação, sendo que primeiro avançou-se com 50%, depois com cerca de 2/3, um lugar vago nas laterais que tem filas de três lugares, e dois lugares nas filas centrais que têm quatro assentos, e mais recentemente, até porque há uma tendência internacional neste sentido, que o avião poderá viajar completo desde que todos os passageiros sejam testados antes do embarque e usem máscara durante o trajecto. No entanto, de acordo com o que o Expansão apurou, ainda não há uma definição clara sobre esta matéria, embora se acredite que não vai haver limitações de lotação, antes o reforço das medidas de biossegurança no embarque, durante a viagem e no desembarque. Cabe também acrescentar que a decisão final da TAAG não será isolada, dependerá do alinhamento com as restantes companhias áreas no mundo, e em especial, com as que operam nas mesmas rotas que a nossa companhia voa.

(Leia o artigo integral na edição 579 do Expansão, de sexta-feira, dia 19 de Junho de 2020, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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