Governo corta 31,2% na captura de carapau comparativamente a 2019

Governo corta 31,2% na captura de carapau comparativamente a 2019
Foto: D.R.

Foi autorizado um máximo de 318 mil toneladas para captura de pescado este ano, 796 toneladas a menos do que no período anterior, depois de inalterada a quota de 2018, e uma frota de 5,5 embarcações.

O Governo autorizou o corte de 31,2% na taxa de captura de carapau, fixando a quota anual em 55 mil toneladas para este ano, contra as anteriores 80 mil, indica o decreto Presidencial 130/20, de 11 de Maio, sobre a gestão da pesca marítima, publicado em Diário da República. A redução da captura deste pescado é justificada com preservação da espécie, com o recurso a importação para cobrir o défice.


Para este ano, o regulamento sobre as medidas de gestão das pescarias marinhas, da pesca continental e da aquicultura estabelece um total admissível de captura (TAC) de 318.436 toneladas de pescado, liderado pelas espécies pelágicas (neste caso no máximo de 241.869 toneladas), como carapau ou sardinha, entre outras.

Do total do pescado, 11.958 toneladas são de cachucho, um aumento de 60%, em relação à quota de 2019, quando a cifra rondou as 7,4 mil toneladas. A par do carapau e da sardinha, o cachucho é uma das espécies mais consumidas no mercado angolano.

O novo regulamento permite ainda a captura de roncadores (9.066 toneladas), corvinas (8.206 toneladas), caranguejo de profundidade (1.200 toneladas) e camarão (1.200 toneladas).

O défice no pescado, de acordo com fontes do Expansão, será coberto com recurso à importação para atender à demanda do mercado e evitar a escassez do produto.

(Leia o artigo integral na edição 579 do Expansão, de sexta-feira, dia 19 de Junho de 2020, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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