"A fotografia tem grande impacto na internacionalização da imagem de Angola"

"A fotografia tem grande impacto na internacionalização da imagem de Angola"
Foto: César Magalhães

São jovens e, apesar de estarem separados geograficamente, têm o objectivo de mostrar ao mundo a beleza e potencial de Angola através da fotografia. A criação de um website para publicação das imagens é um dos projectos do grupo, constituído por 19 elementos.

Quando e como surgiu o grupo Team Sacana? E qual o vosso principal objectivo?

A ideia surgiu em 2019. Era apenas um grupo no Instagram sem nome, onde os fotógrafos trocavam experiências. O nosso principal objectivo é contar e construir narrativas através da fotografia. Queremos retratar histórias do dia-a-dia e, de certa forma, sensibilizar as pessoas para conhecerem, explorarem e desfrutarem daquilo que nos rodeia e que é visto como "comum". Queremos transformar o ordinário em cliques extraordinários.


Nos trabalhos que têm desenvolvido, quantas províncias de Angola já foram retratadas?


Luanda tem sido o "epicentro" do team. É natural, pois a maioria dos integrantes vive nesta província. Temos membros que já trataram as províncias de Benguela, Malanje, Namibe, Bengo, Huíla e Kwanza Sul.


Onde são publicadas as vossas fotos? Qual é a finalidade delas?

As fotografias são publicadas em páginas individuais dos integrantes, no Instagram, usando a hashtag #TeamSacana como assinatura. A finalidade é oferecer uma nova história de Angola e do mundo, dos angolanos e por angolanos, despertando o interesse colectivo.


Que história pretendem contar de Angola?

A mais verdadeira Angola são os angolanos, mas as histórias e os rótulos associados são diferentes em função de quem os retrata. Angola vista de dentro ou de fora não é a mesma, alguns destes rótulos podem ser verdadeiros e outros não. A nossa arte permite contar histórias do passado e presente da cidade, do dia-a-dia das zungueiras, taxistas, exprimir momentos íntimos e tudo o que nos identifica com o lugar onde nos encontramos. Queremos divulgar uma mensagem de esperança e força e, através da arte, dar voz e materializar o invisível.

(Leia o artigo integral na edição 579 do Expansão, de sexta-feira, dia 19 de Junho de 2020, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

Partilhar no Facebook

Comentários

Destaques

ios Play Store Windows Store
 
×

Pesquise no i