Despedimentos no BPC arrancam com condições e benefícios especiais

Despedimentos no BPC arrancam com condições  e benefícios especiais
Foto: D.R.

A redução do pessoal resulta de um conjunto de medidas adoptadas para baixar os custos operacionais e elevar os rácios do banco, que consome cada vez mais dinheiro dos contribuintes e tarda nos lucros ao accionista Estado.

Os primeiros despedimentos no Banco de Poupança e Crédito (BPC), à luz do programa de reestruturação do maior banco público do País, começam este mês, de acordo com o programa de encerrando de postos de atendimento, que prevê o despedimento de 1.600 colaboradores. Ou seja, um terço dos 4.800 trabalhadores que compõem o universo BPC vão ser dispensados.

A redução do pessoal resulta de um conjunto de medidas adoptadas para reduzir os custos operacionais, que actualmente são, de longe, superiores aos proveitos, como refere o presidente do Conselho de Administração, André Lopes, numa mensagem dirigida aos trabalhadores.

O processo de despedimentos vai decorrer de forma gradual e por mútuo acordo e obedecerá a modalidades de reforma antecipada, "out charsing" de serviços auxiliares e extinção de postos de trabalho, decorrente do encerramento de agências.

De acordo com o presidente do Conselho de Administração do banco público, cada trabalhador afectado neste processo será recompensado com um pacote de compensações e benefícios, previstas na Lei Geral de Trabalho, acrescida de uma compensação financeira de 20%.

(Leia o artigo integral na edição 581 do Expansão, de sexta-feira, dia 3 de Julho de 2020, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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