Fiscalização das "obras da seca" custam 6,3 mil milhões Kz ao Estado

Fiscalização das "obras da seca" custam 6,3 mil milhões Kz ao Estado
Foto: D.R.

O orçamento para a construção de infra-estruturas para a mitigação dos efeitos da seca foi aprovado em Abril de 2019 no valor de 200 milhões USD.

Para a fiscalização das obras estruturantes no âmbito do combate aos efeitos da seca na província do Cunene, o Governo vai desembolsar 6,3 mil milhões Kz para a contratação de quatro empresas.

A informação consta no despacho presidencial n.°94/20, de 26 de Junho, que faz referência ás empresas que venceram o concurso público. Tratam-se da fiscalização das obras de construção da central de captação água no rio Cunene, do sistema de bombagem e da conduta de alta pressão, bem como 10 chimpacas (reservatório tradicional de água nas zonas rurais) a partir de "Cafu até Cuamato" celebrado com o consórcio Gwic Angola, S.A/Sintec, no valor de 148 milhões Kz.

O outro contrato é celebrado com a empresa Triede Angola que fiscaliza as obras de construção do canal adutor e 20 chimpacas a partir de Cuamato até Namacunde, no valor de 116,9 milhões Kz, refere o documento. O diploma acrescenta que as obras de construção da barragem "128 Caculuve ", bem como 44 chimpacas são fiscalizadas pela empresa H3P-Engenharia e Gestão, cujo valor do contrato é 3,3 mil milhões Kz.

A fiscalização das obras da barragem "71 de Ndúe" e o canal adutor, é feita pelo consórcio "Coba-Consultores de Engenharia e Ambiente/Cobangola", no valor de 2,7 mil milhões Kz, refere o decreto. Recorde-se que o plano orçamental da construção de infra-estruturas para a mitigação dos efeitos da seca no Cunene, foi aprovado no ano passado, pelo despacho presidencial n.°56/19, de 16 de Abril, avaliado em cerca de 200 milhões USD.

(Leia o artigo integral na edição 581 do Expansão, de sexta-feira, dia 3 de Julho de 2020, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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