"As melhores oportunidades surgem em momentos de crise, foi o que aconteceu"

"As melhores oportunidades surgem  em momentos de crise, foi o que aconteceu"
Foto: D.R.

A NadaNovo foi pensada há dois anos e a colecção surge, agora, numa fase de confinamento, com as redes sociais a darem um impulso na divulgação. A crise económica ajudou Cássia Sephora a abrir os olhos para a inovação e a recriar certos conceitos.

Apresentou a colecção NadaNovo. O que as pessoas podem encontrar?

A NadaNovo é uma marca que disponibiliza peças sustentáveis, nós damos vida a peças que já existem. Esta foi a melhor maneira que encontrámos para, de alguma forma, contribuir para um futuro mais ecológico. O catálogo de roupas da marca compreende peças versáteis confortáveis, sem estação, que podem ser usadas em qualquer ocasião.

Há quanto tempo preparava a nova colecção?

A NadaNovo é um projecto que eu já tinha em mente há cerca de dois anos, mas que só pude materializar este ano. Lembro-me que preparei o plano da marca em seis horas. Com a ajuda de Erik Fundões, Alberto Charamba e Kim Praise consegui materializar tudo em três meses, lançando-o assim no dia do meu aniversário, porque queria que tivesse um significado especial.

Foi fácil criar a marca nesta fase ou o confinamento tornou-se propício?

Na verdade, o confinamento de certa forma ajudou, porque a marca foi lançada numa altura em que, por todos estarmos em casa, as redes sociais ganharam maior expansão, fazendo com que acesso à informação da marca fosse mais rápido.

Como está a viver esta fase de confinamento?
A primeira fase foi complicada, pois ninguém está habituado a ficar tanto tempo em casa quando já se tem uma rotina diária. Mas, adaptar-me às mudanças geradas pelo confinamento foi uma das bases que me ajudou a manter o equilíbrio e a combater a ansiedade, enfrentando esta nova realidade com uma mentalidade positiva.

Em que medida o isolamento social está a prejudicar o seu desenvolvimento criativo?

Tem sido um desafio agradável, numa época como esta, com tantas limitações e a concorrência a crescer cada vez mais, é preciso ser criativo o suficiente para se continuar relevante. Com o passar do tempo, adaptámo-nos e aprimorámos, criando intimidade com essa habilidade. Usamos todos os recursos que temos a nosso favor e trabalhamos dentro disso para obtermos os resultados que queremos.

(Leia o artigo integral na edição 588 do Expansão, de sexta-feira, dia 21 de Agosto de 2020, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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