Novo calendário académico depende da chancela do PR

Novo calendário académico depende da chancela do PR
Foto: César Magalhães

O novo calendário académico 2020, para o reinício das aulas no ensino superior, depende da chancela do Presidente da República, João Lourenço, indica uma nota do Ministério do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação (MESCTI), referente a reunião extraordinária do Conselho Nacional do Ensino Superior (CNES) realizada na primeira quinzena de Setembro.

De acordo com o documento, os participantes ao encontro tomaram conhecimento de dois modelos de calendário, sendo que o primeiro: prevê o reinício do ano lectivo a 5 de Outubro de 2020 com o término previsto para Maio de 2021, enquanto o segundo: indica o reinício a 5 de Outubro de 2020, com término em Julho do próximo ano.

O Ministério avança, na nota, que o modelo mais recomendado pelos conselheiros foi que teve uma votação de 61% de votos a favor do total dos presentes.

O CNES é um órgãos de consulta da titular do MESCTI, para a análise das principais questões relativas ao desenvolvimento do Ensino Superior no País.

Fizeram parte do encontro, para além da titular do órgão ministerial e seus auxiliares, representantes das instituições afectas ao subsistema de Ensino Superior, nomeadamente o Conselho de Reitores das Universidades de Angola (CRU ANG), Sindicato Nacional dos Professores do Ensino Superior (SINPES), União dos Estudantes do Ensino Superior de Angola (UEESA), Associação dos Estudantes das Universidades Privadas de Angola (AEUPA).

Foram também abordadas questões relacionadas com a capacidade da criação de condições nas Instituições de Ensino Superior (IES), consubstanciadas na criação de protocolos claros e fáceis de entender sobre as medidas de biossegurança e de distanciamento físico, incluindo a limitação de actividades que exijam a concentração de pessoas, aulas em turnos para reduzir o tamanho das turmas e aproveitamento de espaços amplos para a actividade lectiva.

Os representantes das IES aprovaram ainda a decisão do reinício da actividade lectiva gradual em todo o País, e comprometeram-se em reformular e reajustar os programas e metodologias de ensino-aprendizagem, a fim de tirar-se vantagens da modalidade de ensino semipresencial com docentes encarregues em orientar, supervisionar e avaliar os estudantes, com a finalidade de fomentar o ensino à distância.

(Leia o artigo integral na edição 593 do Expansão, de sexta-feira, dia 25 de Setembro de 2020, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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