Apoio financeiro ao sector produtivo atinge 153,6 mil milhões Kz

Apoio financeiro ao sector produtivo atinge 153,6 mil milhões Kz
Foto: D.R.

Até início deste mês, o total do crédito concedido aos produtores angolanos rondava os 153,6 mil milhões Kz, destinados a financiar 143 projectos nos vários sectores de actividade, com destaque para a agricultura.

Dos vários mecanismos de apoio, a banca comercial, no âmbito do aviso 10/20 do BNA que estabelece as regras de financiamento ao sector produtivo, desembolsou 133,7 mil milhões Kz, o equivalente a 87% do total do financiamento concedido pelas instituições financeiras para estimular a produção interna.

Do total de projectos, 96, ou seja, 68,0%, receberam dinheiro no âmbito do programa do Governo sobre as Medidas de Alívio Económico, aprovadas para apoio directo à tesouraria das empresas, tendo em conta os efeitos negativos da Covid -19 nas organizações.

Os outros 43 projectos, correspondentes a 30,4%, foram financiados pelas instituições financeiras no quadro do aviso 10/20 do BNA que obriga a banca a ceder crédito às empresas que apresentem projectos ligados ao sector produtivo, tendo em conta a fileira de produtos definidos como prioritários para a produção no País.

Não menos importante, o Programa de Apoio ao Crédito (PAC) disponibilizou, desde o ano passado, até final de Setembro, 6,7 mil milhões Kz, para dois projectos.

Entre Janeiro e Setembro, foram submetidos 5.058 pedidos de apoio ao crédito, dos quais 2.740 reuniram requisitos e destes 1.302 estão na fase de constituição do dossier de crédito, representando 48% dos projectos financiados e encontram-se em negociação na banca 198 projectos.

Dos projectos financiados, a produção de milho lidera, seguindo-se projectos ligados à produção de feijão, mandioca, tomate e batata rena. O presidente da Associação Industrial de Angola (AIA), José Severino, explica que para "o crédito os bancos devem adoptar um modelo de fundo de tesouraria para investimentos parcelares e sucessivos com aumento permanente da sua competitividade e tem de haver uma ligação entre a banca e o empreendedor".

(Leia o artigo integral na edição 596 do Expansão, de sexta-feira, dia 16 de Outubro de 2020, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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