Biden e Pfizer impulsionam mercados

Biden e Pfizer impulsionam mercados
Foto: D.R.

Os mercados abriram esta semana com fortes ganhos e, entre as razões, estão os resultados das eleições presidenciais norte-americanas.

As principais bolsas norte-americanas valorizaram, em média, mais de 7%, algo que não acontece com frequência. Também houve ganhos expressivos tanto na Europa como na Ásia, onde se destacaram índices bolsistas do Japão e de Hong Kong.

Apesar da vitória do democrata Joe Biden poder não representar grandes mudanças, sobretudo, no plano comercial com a China e medidas proteccionistas, espera-se uma postura de maior contenção da propagação da pandemia no país. A divisão entre democratas e republicanos no Congresso também dá uma perspectiva de menores incertezas, antevendo-se decisões governamentais mais moderadas.

Nas declarações mais recentes do Presidente eleito, notou-se a intenção de se destinar novos, e elevados, recursos tanto à saúde como a empresas mais afectadas pela pandemia. Este objectivo reacende a expectativa em relação ao novo pacote de estímulo orçamental, que pode ascender a 1 bilião de USD, o equivalente a 0,5% do PIB.

A redução de incertezas no mercado explica o desinvestimento em activos considerados mais seguros, o que justifica a queda de 1,38% no US dólar Index e de 1% no ouro, um sinal de que os investidores estão mais confiantes nas compras em segmentos mais arriscados como o petróleo e as acções.

Departamento de Estudos Económicos e Financeiros*

(Leia o artigo integral na edição 600 do Expansão, de sexta-feira, dia 13 de Novembro de 2020, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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