Governador do BNA quer banca focada no combate aos fluxos ilegais para cativar bancos correspondentes

Governador do BNA quer banca focada no combate aos fluxos ilegais para cativar bancos correspondentes
Foto: César Magalhães

O governador do Banco Nacional de Angola deixou nas costas da banca angolana toda a responsabilidade no acesso do país a bancos correspondentes internacionais, - que permite ao País pagar as importações e atrair investimento estrangeiro -, através de políticas concertadas de combate ao branqueamento de capitais.

Lima Massano falava no IX Fórum de Economia e Finanças da Associação Angolana de Bancos (ABANC), durante o qual alertou os bancos "para terem consciência do impacto que os fluxos ilegais de moeda têm na economia do país e na vida dos cidadãos e para se capacitarem de forma a poderem assumir adequadamente a responsabilidade que lhes foi atribuída pelo BNA", referiu.

O tema da prevenção do branqueamento de capitais e financiamento do terrorismo, que assume grande relevância para o país e tem vindo a ganhar cada vez mais importância no mundo, segundo o governador do BNA, está salvaguardado pela publicação da nova lei, que veio actualizar a legislação com a adopção de práticas internacionais.

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