União Europeia doa 20 milhões de euros a Angola para melhorar economia, ensino superior e agricultura

União Europeia doa 20 milhões de euros a Angola para melhorar economia, ensino superior e agricultura
Foto: D.R.

A União Europeia (UE) doou hoje 20 milhões de euros ao Governo de Angola, destinados a apoiar a resposta do país à recuperação e diversificação da economia, transportes informais, ensino superior e formação técnica profissional, comércio e agricultura.

O Executivo tem agora 36 meses para aplicar o valor doado, cuja planificação está descrita num protocolo assinado pelo ministro da Economia e Planeamento, Sérgio Santos, e a embaixadora e chefe da delegação da UE em Angola, Jeannette Seppen.

De acordo com a Angop, a doação é feita ao abrigo da modalidade de apoio orçamental, devendo cobrir projetos para reconversão da economia e transportes informais, sendo que parte do financiamento servirá para melhorar as condições nos setores do ensino superior e formação técnica profissional, comércio e agricultura.

Em Setembro, num comunicado emitido após o 5.º encontro ministerial entre Angola e UE as duas partes anunciaram que vão realizar no primeiro semestre de 2021, um "evento de negócios de alto nível", pretendendo juntar empresários e autoridades para "discutir melhorias no comércio e investimento".

Naquele momento Angola e União Europeia manifestaram a intenção de "iniciar diálogos exploratórios sobre um acordo de investimento entre UE e Angola", apoiado no Acordo de Parceria Económica entre a organização europeia e os Estados-membros da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC).

Os representantes da UE elogiaram mesmo "o importante papel de Angola" na SADC, na Comunidade Económica dos Estados da África Central (CEEAC), na Conferência Internacional dos Grandes Lagos e pela cooperação no Golfo da Guiné, pelo que estão disponíveis para trabalhar de forma concertada pela paz e segurança.

Durante a reunião, a UE anunciou que está a preparar um pacote de até 20 milhões de euros para apoiar a resposta socioeconómica à pandemia de Covid-19 em Angola, incluindo a formalização económica, depois de este ter sido anunciado, em julho, pelo então embaixador da UE em Angola, Tomas Ulciny.

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