Director Carlos Rosado de Carvalho

Mais de 300 empresas "desapareceram" da lista dos grandes contribuintes

Mais de 300 empresas "desapareceram" da lista dos grandes contribuintes

O Ministério das Finanças justifica a retirada dessas empresas da lista dos grandes contribuintes, entre outros, com problemas ao nível dos proveitos operacionais pouco significativos, fundamentalmente nos últimos anos.

Um total de 307 empresas que em 2014 constavam da lista dos grandes contribuintes não faz parte da lista actualizada em 2017, entre as quais bancos, petrolíferas e empresas diamantíferas, de acordo com as contas do Expansão baseadas num despacho, de 17 de Julho, do Ministério das Finanças.
A lista de 2014 tinha 486 grandes contribuintes, ao passo que a deste ano tem apenas 373, dos quais 181 são novas empresas, ou seja, que ascenderam ao estatuto de grandes contribuintes. Feitas as contas, da lista de 2014, apenas 179 empresas mantêm o estatuto de grandes contribuintes, o que significa que 307 desapareceram da lista.
Entre as que desapareceram da lista o destaque vai para o Banco de Investimento Rural (BIR), o Grupo Chicoil - Comércio e Agro-pecuária, a Maersk Drilling HBA, a Soares da Costa Imobiliária e a Soares da Costa - Sociedade de Construção. Estão ainda ausentes da nova lista a Sonangol Sinopee Internacional (SSI), SONILS, a Pumangol, a Nova Empresa de Cerveja Angola (NOCAL), a estatal Paviterra, a Sogester, e grupo Imporáfrica - Imobiliária, além da Camargo Correia Angola e a Clínica Sagrada Esperança. A De Beeers Angola Holdings, De Beers Centenary, a Endiama Mining, a ESCOM, a Mota Engil, a TAP -Air Portugal são outras excluídas da lista.

(Leia o artigo na integra na edição 431 do Expansão, de sexta-feira 21 de Julho de 2017, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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