Director Carlos Rosado de Carvalho

FMI diz que Angola registou mesmo uma recessão em 2016

FMI diz que Angola registou mesmo uma recessão em 2016

A instituição sedeada em Washington diz que o PIB recuou 0,7%. Economia sai da recessão este ano, mas continuará a crescer abaixo da população até 2022, ano em que a inflação regressa a um dígito. Défices gémeos mantêm-se e dívida continuará acima dos 60% do PIB.

A economia angolana registou uma recessão em 2016, com um crescimento negativo do Produto Interno Bruto de 0,7% face a 2015, revelam as Perspectivas Económicas de Outono do Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgadas esta terça feira, 10 de Outubro, durante as reuniões da instituição e do Banco Mundial.
O Fundo revê em baixa as estimativas apresentadas em Abril que apontavam para a estagnação da economia angolana no ano passado, ou seja um crescimento nulo face ao ano anterior.
A instituição sedeada em Washington não adianta as razões para a recessão em vez da estagnação, mas a leitura do relatório sugere que pode estar relacionada com a revisão em baixa da produção petrolífera em 2016. Em Angola, o crescimento para 2017 foi revisto em alta para 1,5% (1,3% em Abril) porque a revisão em baixa da produção de petróleo em 2016 aumentou a extensão da recuperação, escreve o FMI. Ou seja, se por um lado a revisão em baixa da produção petrolífera em 2016 ampliou o crescimento de 2017, colocou a economia em recessão no ano passado.

(Leia o artigo na integra na edição 443 o Expansão, de sexta-feira 13 de Outubro de 2017, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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