Director Carlos Rosado de Carvalho

Nova administração do Fundo Soberano vai custar mais de 90 mil USD por mês

Nova administração do Fundo Soberano vai custar mais de 90 mil USD por mês
Foto: César Magalhães

A subida de três para cinco elementos no Conselho de Administração faz disparar os custos no Fundo Soberano. Auditoria da Ernst & Young dita fim do consulado de Filomeno dos Santos, o último dos filhos do ex-PR a cair.

O novo Conselho de Administração do Fundo Soberano nomeado esta quarta-feira por João Lourenço passou dos anteriores três membros para cinco, incluindo o seu novo presidente, o ex-ministro das finanças Carlos Alberto Lopes. Se se mantiverem as remunerações de 2015, quanto cada administrador recebia 43.600 USD por mês, o novo CA custará mensalmente 218 mil USD e 2,8 milhões por ano (13 salários anuais).
Fazem ainda parte do novo CA como administradores executivos Laura Alcântara Monteiro, Miguel Damião Gago, Pedro Sebastião Teta e Valentina de Sousa Matias Filipe.
João Lourenço já havia admitido a possibilidade de afastar a administração do Fundo Soberano na passada segunda-feira, durante a entrevista colectiva concedida aos jornalistas, adiantando apenas que tinha sido contratada uma "empresa idónea" para a avaliação do Fundo. Entretanto, o Expansão apurou junto de fontes governamentais que esta empresa é a Ernst & Young. Na ocasião, João Lourenço admitiu a possibilidade de exonerar a administração liderada pelo filho do antigo Presidente da República.
O escolhido para gerir o Fundo Soberano já foi ministro das Finanças durante o consulado de José Eduardo dos Santos e deixa as funções de secretário do Presidente para os Assuntos Sociais.

(Leia o artigo na integra na edição 455 do Expansão, de sexta-feira 12 de Janeiro de 2018, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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