Director Carlos Rosado de Carvalho

Parece mas não é

Parece mas não é
Foto: César Magalhães

Num curriculum, nem tudo o que reluz é ouro, da mesma forma que muita parra pouca uva.

Ainda hoje, o curriculum serve como ponto de partida para as empresas fazerem o recrutamento de candidatos para uma dada função.
Como histórico, o curriculum relata a trajectória educacional e as experiências profissionais de um candidato, pretendendo dar conta das suas habilidades e competências, tendo como objectivo fornecer o perfil do candidato, podendo, de igual modo, ser usado como instrumento de orientação vocacional.
Embora possa parecer um conjunto de folhas soltas, o curriculum pode revelar-se decisivo num processo de selecção, pois num mercado de emprego cada vez mais competitivo, onde a divulgação de ofertas de trabalho se difunde a um ritmo acelerado, o seu conteúdo simples e objectivo permite a diferenciação, desde que seja verdadeiro e elucidativo.
Tendo consciência de que existem hoje em dia autênticos profissionais da escrita de curriculuns, é possível aos especialistas de recrutamento detectar que o que reluz pode não ser ouro.
Assim, independentemente dos seus diferentes formatos, que regra geral têm um tronco comum, é essencial que este permita uma leitura e interpretação, rápida, rigorosa e, acima de tudo, verdadeira.
Numa primeira triagem curricular, que se pretende que seja rápida e direccionada para a experiência profissional mais relevante, um documento curto irá permitir ao avaliador uma primeira aceitação, aumentando a probabilidade de selecção para a fase seguinte do processo, normalmente, o momento da primeira entrevista.

(Leia o artigo na integra na edição 472 do Expansão, de sexta-feira 11 de Maio de 2018, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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