Director Carlos Rosado de Carvalho

Cultura dos seguros para criar uma sociedade segura

Cultura dos seguros para  criar uma sociedade segura
Foto: César Magalhães

Nos nossos dias, é comum falar-se num conceito, cada vez mais importante na nossa vida em sociedade, e que é o conceito de cidadania. Se olharmos para o que diz a Wikipédia, cidadania é "a prática dos direitos e deveres de um(a) indivíduo (pessoa) num Estado.

Os direitos e deveres de um cidadão devem andar sempre juntos, uma vez que o direito de um cidadão implica necessariamente uma obrigação de outro cidadão (...). Um cidadão é uma pessoa que se considera numa fase madura o suficientemente desenvolvido para agir consciente e responsavelmente dentro da sociedade".
Por tudo o que acaba de se referir, é importante que os cidadãos exerçam as suas opções de cidadania a diferentes níveis. Uma delas, aquela que hoje aqui nos interessa desenvolver, é que as pessoas/cidadãos sejam, efectivamente, provedoras quer da sua própria segurança, quer da sua família, quer das empresas e/ou equipamentos onde operam e que dirigem.
Mas, como lá chegar? Como exercer essa cidadania de segurança? O primeiro passo passa pela conscencialização do cidadão, do consumidor, do dirigente e dotá-lo de toda a informação que lhe permita exercer a sua opção de cidadania de segurança, poupança e investimento, em síntese, a sua cultura de seguros. Chama-se a este processo de consciencialização das necessidades de segurança, tendo em vista ajudar/ fomentar/incentivar a cultura de segurança, de educação e/ou literacia financeira.

*CEO da Saham

(Leia o artigo na integra na edição 484 do Expansão, de sexta-feira 03 de Agosto de 2018, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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