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Dois programas apoiam mobilidade académica em África e na UE

Dois programas apoiam mobilidade académica em África e na UE
Foto: César Magalhães

O projecto Intra-África vai permitir a mobilidade a estudantes dentro do continente, através das instituições parceiras, ao contrário do programa Erasmus+ que só irá permitir mobilidade e parcerias com instituições do ensino superior da União Europeia.

A União Europeia apresentou, esta semana, na Faculdade de Direito da Universidade Agostinho Neto (FDUAN), o programa de mobilidade académica denominado Intra-África, que disponibilizou 500 bolsas de estudo, em 2019, estando previstas mais 500 para 2020, e o Erasmus+, que permitirá a mobilidade de estudantes angolanos por universidades da União Europeia.

O programa Intra-África, financiado integralmente pela União Europeia, é uma iniciativa da Direcção-Geral da Cooperação Internacional e do Desenvolvimento da Comissão Europeia, em cooperação com a comissão da União Africana.

De acordo com a directora da direcção-geral para o desenvolvimento e cooperação da União Europeia, Francesca di Mauro, o programa de mobilidade académica tem o objectivo de reforçar o desenvolvimento do capital humano em África.

Apesar de não avançar o valor, Francesca di Mauro precisou que o programa fornece apoio financeiro a parcerias de instituições de ensino superior (IES) africanas para a organização e implementação da mobilidade de estudantes e funcionários administrativos em todo o continente.

Por outro lado, o programa vai atribuir bolsas de estudo para cursos de mestrado e doutoramento e, ainda, para os funcionários administrativos das universidades, com o propósito de realizar missões, investigação, ensino e formação num outro país africano. (...)


(Leia o artigo integral na edição 515 do Expansão, de sexta-feira, dia 15 de Março de 2019, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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