Programa de integridade e ética: um instrumento no combate à corrupção

Programa de integridade e ética: um instrumento no combate à corrupção
Foto: D.R.

As acções de sensibilização e formação são ferramentas essenciais para a difusão das melhores práticas, das políticas, processos e procedimentos da organização, e para a transmissão dos valores éticos da organização e dos comportamentos adequados ao seu respectivo cumprimento.

De acordo com a Transparência Internacional, a Corrupção é o abuso de poder em proveito próprio, que afecta a vida daqueles cuja subsistência ou felicidade depende da integridade das pessoas em posições de autoridade.

Podemos destacar três tipo de corrupção:

- Pequena corrupção ou endémica, existente em sectores da administração pública ou em organismos com responsabilidades de fiscalização ou inspecção;

- Corrupção de negócios, mais complexa e organizada, está ligada, sobretudo, às grandes adjudicações de obras públicas, aos fornecimentos de bens e serviços e aos grandes negócios imobiliários, envolvendo, geralmente, ligações camufladas entre entidades públicas e empresas privadas;

- Corrupção de influências ou difusa, ligada aos interesses dos grandes grupos económico-financeiros, nacionais e internacionais, e aos interesses dos meios político-partidários. A corrupção tem diversos impactos negativos, sendo os mais visíveis:

- No desenvolvimento económico e social, designadamente sobre a distribuição equitativa dos rendimentos e da satisfação das necessidades básicas;

- Na qualidade da democracia, nomeadamente sobre o envolvimento da sociedade civil na resolução dos problemas comuns e outros aspectos relativos à vertente social e cultural da democracia. No Corruption Perceptions Index de 2018, da Transparência Internacional.

No Corruption Perceptions Index de 2018, da Transparência Internacional, Angola ocupa a 165.º posição em 180 países, com uma classificação de 19 em 100, classificação igual à obtida em 2017. Ao nível da África Subsariana, Angola ocupa a 41.º posição entre 49 países.

*Executive Director EY Forensics

(Leia o artigo na integra na edição 528 do Expansão, de sexta-feira 14 de Junho de 2019, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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