E as Pessoas? (Parte 2)

E as Pessoas? (Parte 2)
Foto: D.R.

Qual o impacto no médio e longo prazo no País se continuarmos a importar conhecimento que acaba por não ser enraizado localmente em Angola e nos angolanos? Gosto de trabalhar com clientes que não se limitem a importar produtos acabados ou a contratar equipas de consultores constituídas apenas por estrangeiros.

No passado dia 17 de Maio, o meu amigo e sócio da KPMG, José Garrido publicou aqui no Expansão um excelente artigo intitulado "E as Pessoas?". Eu gostei tanto do artigo que decidi plagiar o título e escrever este texto como sequela.

O José Garrido fez uma excelente análise da 4.ª Revolução Industrial, abordando inicialmente todas as inovações tecnológicas que estão a chegar e toda a transformação que está a provocar nos negócios, mas, em particular, nas pessoas e no mercado de trabalho. Não poderia estar mais de acordo que o Estado e Empresas têm um papel fundamental na adaptação à disrupção que esta revolução está a provocar, mas, no final do dia, são sempre as pessoas que fazem tudo acontecer.

Na continuação desta visão de adaptação e evolução, gostaria de partilhar com o leitor a experiência que tem sido a aposta da KPMG na capacitação do capital humano angolano e, em particular, na área das tecnologias de informação.

Como empresa que presta serviços profissionais de auditoria, fiscalidade e consultadoria, a KPMG depende inteiramente da qualidade dos seus colaboradores para garantir o nível de excelência e rigor que é esperado pelos nossos clientes.

É por isso que todos os anos recrutamos novos profissionais recém-licenciados que procuram o seu primeiro emprego. Estes novos profissionais, que nos chegam algures no final Setembro, seguem um programa rigoroso de formação de diversas semanas em que aprendem a cultura da firma, os nossos valores, bem como capacitação técnica específica para cada área onde irão ser inseridos.


*Partner da KPMG

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