O compromisso nas organizações e nas sociedades

O compromisso nas organizações e nas sociedades
Foto: D.R.

Inevitavelmente, conforme vamos crescendo, somos sujeitos a diversos e diferentes formas de compromisso.

Todavia, o significado é sempre o mesmo: compromisso com a escola, compromisso com os pais, com a fé, com a carreira profissional, compromisso com o trabalho, compromisso com a relação romântica, compromisso com a família, compromisso com os amigos genuínos, compromisso com valores, tradições, regras e convicções.

O compromisso, na nossa cultura, está então associado à coerência e à integridade de um conjunto de valores e princípios. O compromisso distancia-nos do ego(ismo) em prol do bem da comunidade; comungamos de causas e valores morais transversais à sociedade. Uma sociedade sem compromisso torna impossível fazer cumprir as regras da comunidade ou enraizar os valores morais fundamentais nas novas gerações.

Em paralelo, se nada fizermos para garantir um conjunto de valores e princípios nas organizações e empresas, elas nunca passarão de um estado quási-amorfo, repletas de ineficiências e incoerências, e habitadas por colaboradores acomodados e gestores (des)focados em práticas duvidosas.

Eliminemos do nosso vocabulário institucional palavras como lealdade, fidelidade, e outras semelhantes, passando apenas a incidir o nosso foco na palavra compromisso. Tal como a fome e miséria impedem a eliminação do terrorismo, o compromisso condiciona e determina a implementação com sucesso de qualquer novo e adequado sistema de trabalho.

*Sócio de Business Advisory & People Management HeadPartners

(Leia o artigo integral na edição 597 do Expansão, de sexta-feira, dia 23 de Outubro de 2020, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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