A importância da estratégia para o ciclo de vida da transacção

A importância da estratégia para o ciclo de vida da transacção
Foto: D.R.

O actual contexto económico tornou-se, cada vez mais, competitivo, dinâmico, global e, consequentemente, desafiante para as organizações. Uma das formas que estas encontraram para superar a concorrência e se tornarem progressivamente mais eficientes e ágeis foi através de processos de aquisição / expansão do negócio existente.

O estudo EY Global Capital Confidence Barometer Survey revelava que 54% das empresas inquiridas tinham como objectivo adquirir uma empresa nos próximos 12 meses como parte da sua estratégia de crescimento.

As aquisições são um instrumento estratégico para os gestores, utilizado de forma a potenciar o negócio existente e/ou a transformar o actual. Não obstante, cada processo de compra deve ser visto de forma individual, empresas diferentes têm DNAs distintos e dependendo da motivação e do objectivo particular de cada uma das transacções o foco deve ser ajustado. A aplicação da mesma metodologia no processo de aquisição, de due diligence e de integração a todas as transacções pode não só comprometer o valor potencial da empresa adquirida, como contaminar negativamente o negócio existente.

A EY aborda todos os processos de aquisição de forma integrada, contemplando todo o ciclo da transacção com o objectivo de maximizar o valor para o cliente. Numa primeira fase, é necessário perceber a motivação da transacção para o actual negócio, caracterizar o mesmo e ter um entendimento do que é que esta vai significar para a actual estrutura empresarial. Questões de auto-reflexão, como "porque é que precisamos de adquirir esta empresa?", "quais são os drivers de crescimento?", "quais são os ativos e operações que temos de proteger?" ou ainda "quais são os riscos operacionais que vamos encontrar na fase de integração e em velocidade cruzeiro?" são algumas das várias questões que devem ser feitas, respondidas e desafiadas pela gestão. Estas considerações permitem identificar a tipologia da transacção e delinear a estratégia certa para cada momento.

*Partner EY, Country Strategy and Transactions Leader

(Leia o artigo integral na edição 600 do Expansão, de sexta-feira, dia 13 de Novembro de 2020, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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