Director Carlos Rosado de Carvalho

"Em Angola os apertos da crise económica são terríveis"

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Foto: César Magalhães

Foi para Cuba, como bolseiro, e de lá trouxe, não só o diploma, como o troféu do Campeonato Internacional de Fitness. Formado em Psicopedagogia, Diansambo da Silva é instrutor de musculação. O jovem procura enquadramento na sua área de formação.

Venceu o Campeonato Internacional de Fitness que decorreu em Cuba, em 2017. O que o motivou a concorrer num país estrangeiro, onde estava a fazer a sua formação académica?
Olhando para a política educativa daquele país, um estudante deve ser integral e, no meu caso, sempre gostei de participar em actividades extracurriculares. Portanto, a Associação Provincial de Fisioculturismo de Cuba, convidou-me a participar no campeonato e eu aceitei o desafio. Foi aí o início de tudo.


Qual foi a sensação de ser o vencedor do campeonato internacional?
Muito boa. Fiquei muito feliz, pois não foi um processo fácil. Na mesma altura, estava a preparar-me para fazer a defesa da minha tese de fim de curso. Mas, ainda assim, senti que podia fazer muito mais.


Há quanto tempo pratica fitness? Como surgiu o interesse pela musculação?
Comecei a praticar muito cedo por influência do meu pai. O interesse pela musculação surgiu porque, desde pequeno, via o meu pai praticar com os amigos e, em casa, tínhamos alguns equipamentos. Claro que também fazia alguns treinos com os equipamentos do meu pai. Mas, aos 18 anos, inscrevi-me num ginásio profissional, o Fight Society. Quando fui para Cuba, apenas dei continuidade à prática da modalidade.


(Leia o artigo na integra na edição 456 do Expansão, de sexta-feira 19 de Janeiro de 2018, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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