Director Carlos Rosado de Carvalho

Ri-te ri-te...!

Ri-te ri-te...!

Mesmo que estejamos com o pensamento sombrio, triste e acabrunhado, se temos a ajuda de alguém que nos faça soltar uma alegre gargalhada (expressão fisionómica), o pensamento muda (distrai-se) e tornamo-nos mais alegres.

O bom humor pode ter uma influência no combate ao stress, combatendo mesmo algumas doenças, seja de forma preventiva, seja de forma curativa.
É fácil perceber que o riso, é uma das principais, senão a principal expressão utilizada na comunicação, provocando o bem-estar, a sintonia ou mesmo gerando o entendimento e debelando as dificuldades. O riso é um fenómeno universal, que existe para além das culturas, das idades ou dos grupos étnicos, sendo de igual modo um fenómeno biopsíquico, sobre o qual Aristóteles já se debruçava, considerando que, de todas as criaturas vivas, apenas o Homem é dotado de riso.
Quando vejo um amigo a sorrir para mim de forma aberta, muitas vezes, reforço esse sentimento, perguntando-lhe se se está a rir de mim ou para mim.
Como é evidente, obtenho resposta pronta, de que se está a rir para mim.
Estando o riso associado ao humor, esta palavra refere-se a vários tipos de fluidos corporais, que influenciam as funções biopsíquicas.

(Leia o artigo na integra na edição 458 do Expansão, de sexta-feira 02 de Fevereiro de 2018, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)


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