Director Carlos Rosado de Carvalho

Crescimento de 3,1% em 2018 mas região depende de reformas

Crescimento de 3,1% em 2018 mas região depende de reformas

Mais moderado do que o FMI, o Banco Mundial reviu em baixa as previsões de crescimento do PIB das economias da África subsariana para 3,1% em 2018. Meta depende de reformas e da estabilidade nos preços das commodities, esclarece o BM, advertindo para o aumento do peso da dívida pública dos países.

O Banco Mundial prevê que o crescimento das economias da África Subsariana deverá atingir os 3,1% em 2018, uma previsão menos optimista que a de 3,8% do Fundo Monetário Internacional (FMI), mas alerta que são necessárias reformas nos países da região para atingir essa meta.
Estas reformas a implementar pelos governos servirão para "resolver os desequilíbrios macroeconómicos e impulsionar o investimento", alerta Albert G. Zeufack, economista-chefe do BM para África, já que os preços do petróleo e dos metais irão permanecer estáveis.
O fortalecimento moderado do crescimento na região, com considerável variação entre os países, baseia-se ainda na previsão de que a "expansão robusta no comércio global continuará" e nas condições externas do mercado financeiro", refere o BM, no preâmbulo do relatório semestral Africa"s Pulse, cuja divulgação coincidiu com os encontros da primavera do BM e do FMI, que decorreram esta semana em Washington.
O ritmo "moderado da expansão económica", que ainda não é o desejado, reflecte a retoma gradual do crescimento nas três maiores economias de África Subsariana - Angola, Nigéria e África do Sul (sobre as previsões para Angola ver página 9).Os três países observam uma recuperação na produção de petróleo, mas continuam a enfrentar "desafios nos sectores da indústria não petrolífera e serviços".

(Leia o artigo na integra na edição 469 do Expansão, de sexta-feira 20 de Abril de 2018, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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